quinta-feira, dezembro 20, 2012

2013 um ano para esquecer?

A cada Miss Universo dá pra fazer uma leitura na geopolitica dos concursos, nos costumes, estética e mercados a serem mantidos ou conquistados. Durante as três primeiras décadas o concurso premiava os EEUU, Europa Ocidental, Extremo Oriente e alguns países latinos. Com a entrada dos países do Leste Europeu, a ascensão da Índia e a globalização, a partir dos anos 80 vimos países figurarem nas primeiras posições e países tradicionais como Brasil, Austrália e Filipinas cairem no ostracismo. Ao longo dos anos 2000 esses três países retornaram com concursos nacionais fortes ou escolhas de misses mais competitivas. O que se viu ontem foi a consagração dos cinco países que são "a menina dos olhos" da organização MU na atualidade: Australia, Brasil, Filipinas, EEUU e Venezuela. 
A chamada das vencedoras parecia estar sendo feito de trás pra frente, mas pelo tempo que a Miss Universo ficará com a coroa (aproximadamente 08 meses), nada melhor que dar para a dona da Organização do concurso, a americana Olivia Culpo. 
Fazia muito tempo que não ficava tão tenso com uma Miss Brasil no Miss Universo e desde de Adriana Alves de Oliveira, Celice e Silva e Deise Nunes a apresentação de uma Miss Brasil ao longo do Miss Universo não se apresentava de uma forma tão forte e vibrante. Gabriela estava impecável, radiante, magnânima e dona de uma vida e um brilho no olhar que há muito tempo não víamos!!!
1954 - Martha Rocha (vice),
1957 - Terezinha Morango (vice),
1958 - Adalgisa Colombo (vice),
1959 - Vera Ribeiro (5 lugar),
1962 - Maria Olivia Cavalcanti (5 lugar),
1963 - Ieda Maria Vargas (Miss Universo),
1968 - Martha Vasconcelos (Miss Universo),
1971 - Eliane Guimarães (5 lugar),
1972 - Rejane da Costa (vice),
1979 - Martha Jussara da Costa (4 lugar),
1981 - Adriana Alves de Oliveira (4 lugar),
2007 - Natalia Guimarães (vice),
2011 - Priscilla Machado (3 lugar)
e 2012 - Gabriela Markus (5 lugar).
Quatorze finalistas, uma honra para poucos países....
O concurso de 2012 foi feito às pressas e  para cumprir o calendário anual. Um opening muito homogêneo, u m top 16 cheio de surpresas, um top 10 e top 5 merecido e coerente eum resultado final que mais pareceu um deboche. 
Desistir dos concursos? Nunca! Rever conceitos? Talvez! Procurar respostas? Sempre!
Numa semana tão sofrida para os Estados Unidos depois do massacre em Connecticut, Olivia Culpo parece uma brisa doce no meio da tormenta!

2 comentários:

Anônimo disse...

Perfeito comentário ! Elucidativo e direto no ponto.
Parabéns

Felipe

Anônimo disse...

Perfeito comentário ! Elucidativo e direto no ponto.
Parabéns

Felipe