sexta-feira, abril 20, 2012

Trio Calafrio

Na dança das cadeiras deu chabu. Um top 3 de dar calafrios foi o de Miss Universo 1995 na Namibia. Da esquerda pra direita Manpreet Brar, vice da India; Chelsi Smith, vencedora dos EUA e Lana Buchberger, 3a colocada do Canadá!
Manpreet era muito fina, inteligente, boas respostas mas transex total....
Chelsi completamente barbie. Muito chata, enjoada, fazendo a linha surpresa, quando estava na cara que a coroa seria dela
Lana era a menos ruim das três mas "carta" total!
O juri enlouqueceu. Naquele ano as melhores eram a Miss Colombia, Rep Dominicana, Nigéria, Russia e Espanha!

8 comentários:

Nelson Jr. disse...

Concordo plenamente. Um dos piores tops do MU.

J. Botafogo. disse...

Eu pensei que só eu tivesse essa opinião, foi o "Miss" Universo a reunir o maior número de representantes sem condições para estarem num concurso de beleza. A "Miss India em segundo lugar foi um horror. Não lembro quem foi a representante do Brasil, mas provavelmente ficou de fora dos tops 10, 12 ou 15.
Abraços.

Vera Lúcia disse...

Em 1995 quem representou o Brasil foi a mineira Renata Bessa que ficou com o segundo lugar na premiação de Trajes Típicos. No ano seguinte ela voltou muito mais bonita para coroar sua sucessora Maria Joana Parizotto, Miss Paraná. E o passar dos anos para Renata Bessa só estão lhe fazendo bem, está mais bonita hoje do que em 1995 quando foi coroada Miss Brasil.
Abraços a todos

Anônimo disse...

Concordo que em 1995 o título ficaria melhor em qualquer outra que a estadiunidense, mas foi ela. Precisa ser ela. Os EUA perceberam a força da Venezuela no concurso e como hoje não perdem a pose nem na área econômica e no poder. Tanto em 1954 quanto em 1995 tinha que dar EUA como o Sperhomem precisava vencer seus adversários para o bem da sociedade.
No Miss Brasil algumas misses como Renta Bessa e Vera Fisher indiscutivelmente ficaram mais belas com o tempo e se tivessem tido paciência teríamos colhido mais uma duas ou três coroas. O traje de Bessa era belíssimo.
Mas naquele ano o Universo não era das louras.
MARCIO LANDIN

J. Botafogo. disse...

Na realidade, ultimamente tenho visto Renata Bessa nos concursos de miss e o tempo só fez privilegiá-la, ficou muito bonita.

Anônimo disse...

Que escolha horrivel mesmo.
Por que fizeram isso ? Porque já havia decidido dar a coroa pra americana barbie.

Marcia Bia disse...

Realmente, tanto que Chelsi sempre anda nas listas de menos bonitas, e o top 2 (ou top 3) é considerado um dos piores pelos fãs e experts.
Se EUA precisava vencer? Segundo alguns, para fazer frente à Venezuela; para outros, porque novamente o concurso estava sem mídia e se público (mtos pensam isso de 54, 60 e 97 tb, com bastante lógica).
Enfim, beleza está longe de ser o quesito principal - ou um dos principais - nos concursos. Audiências e $ podem contar bem mais.

Anônimo disse...

Para entender o que se passa na mente de uma organização que diz promover a beleza e o custo operacional que isso tudo desencadeia. Não é preciso recorrer a Long Beeach ou às Bahamas. É só consultar os jornais locais no efeito orloff do Miss Universo no Brasil. Não é fácil organizar um concurso assim. E para fazê-lo é preciso dinheiro e investimentos. E quem tem um e outro consegue mais, ou quem tem mais. RUA Não vence desde 1997 e tem uma coroa a mais que a Venezuela. Curiosamente por duas vezes seguidas nem um nem outro ultrapassa o outro. Os EUA começaram a vencer outros concursos ultimamente. Há muito tempo uma Européia não vence o Miss Universo por exemplo. E para os desavisados cortaram a Fedorova da lista das vencedoras ou Winners in Miss Universe. Somente a russa naturalizada canadense, conseguiu esse feito. Os promotores do concurso não fazem questão de esconder que eles são os anfitriões da festa. É deles a chefia da organização e o comando. E é na língua deles que é gentilmente conduzido. Vencer o Miss Universo custou a confecção da coroa ao Japão, petrodólares a Venezuela, e a nichos como Porto Rico e a India por amizade inglesa e interesses comerciais. Outros por razões outras como alguns na África e na Austrália ou Philipinas.
Grécia com essa crise se vencer aí quebra minha teoria. A Europa da Inglaterra seria uma surpresa. A Rússia pode ser, mas já perdeu a coroa com toda sua beleza universal. E nóa continuamos divagando. O Brasil está pouco se lixando para concurso de Misses. Nunca disse que é seu interesse maior. A Venezuela e Porto Rico agem de forma diferente. E pensam e praticam de forma diferente, os EUA também e mesmo os europeus pensam que podem ganhar e mandam suas mais belas candidatas. Até Angola e Equador pensam diferente.

MARCIO LANDIN